Saiu o novo trailer de A Bela e a Fera

O mundo está ansioso para conferir o resultado do live action da famosa animação A Bela e a Fera, da Disney, que conta com artistas de peso interpretando os clássicos personagens.
Alguns dos nomes são: Emma Watson como Bela, Dan Stevens como a Fera, Luke Evans como Gaston, Ian McKellen como Horlóge, Emma Thompson como Madame Samovar (Mrs. Potts) e Ewan McGregor como Lumiére.

Inspirado no conto de Jeanne-Marie Leprince de Beaumon, onde um príncipe é transformado em uma fera por uma feiticeira e precisa fazer com que alguém o ame para que o encanto seja perdido e ele volte a ser humano.

Depois de divulgar algumas imagens e criar cartazes com movimento das personagens, hoje a Disney aqueceu nossos corações sedentos por prévias do filme com um novo trailer incrível. Também é possível escutar a canção tema, interpretada por Ariana Grande e John Legend.

Após assistir, me deu vontade de correr pro cinema nesse segundo, pegar um balde de pipoca e ficar sentadinha na poltrona até a data de lançamento, para já reservar meu lugar para ver essa maravilha. Com certeza é um dos filmes mais aguardados de 2017.

O filme tem direção de Bill Condon e estréia por aqui dia 16 de março.

Cartazes individuais com movimento:

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Moana: Um Mar de Aventuras

moanaOntem, dia 05/01, chegou aos cinemas brasileiros a nova animação da Disney chamada Moana – Um Mar de Aventuras.
O filme conta a história da garota polinésia Moana, que incentivada pela sua avó, embarca em uma aventura para salvar a sobrevivência da sua tribo, mesmo contra a vontade de seu pai. Para isso ela precisa encontrar o metido semi deus Maui, que é o responsável pela bagunça, e fazer com que ele a ajude nessa missão.

A premissa de salvar o mundo pode não ser tão diferente dos clássicos desenhos da empresa, mas a diferença é que não existem príncipes e princesas, castelos extravagantes e um romance de pano de fundo. E deixa eu te contar uma coisa: nada disso fez falta.
O filme é recheado de ação, de humor, de coragem e de inspiração, sem deixar de lado o combo clássico de amizade, família e lealdade que a Disney sempre reforça brilhantemente. Outro aspecto que me chamou a atenção foi a questão ecológica que é sutilmente abordada na animação e que planta uma sementinha de esperança e consciência nas crianças, mas sem ser piegas.

Moana traz novamente a receita de filmes com canções, diferentemente dos últimos lançamentos como Zootopia e Divertida Mente. Músicas leves e chicletes, mas que dão sentido e certa graça ao filme, como a fofa “Seu Lugar” e a engraçada “De Nada” cantada por Maui. (Durante os créditos podemos ouvir a versão original em inglês “You’re Welcome” interpretada por Dwayne Johnson!)

Eu saí do cinema com a sensação gostosa de que Moana cumpriu seu trabalho ao mostrar, principalmente para  as crianças, que a autoestima e a vontade de fazer acontecer são as coisas mais importantes. Ela é poderosa sem precisar de nenhum super poder ou de ninguém. Me lembrou muito Mulan e Merida (de Valente), outras personagens fortes da Disney que não aceitam “não” como resposta (todas as personagens corajosas começam com M?), e a história em si, esse contato com a natureza, lembra um pouco de Pocahontas.
Já o Maui é super cativante e tenho certeza que vai arrancar várias risadas suas junto com o galo de estimação da Moana.

Ah! Como já está virando tradição em filmes Marvel/Disney, depois dos créditos tem uma pequena cena extra. Não deixe de conferir. 😉

Outro motivo que me fez amar ainda mais o filme foi o curta apresentado antes, chamado Trabalho Interno. Dirigido pelo brasileiro Leonardo Matsuda, mostra a vida de Paul, um trabalhador que segue a mesma rotina todo dia, até que seu coração começa a ansiar por coragem para seguir seus sonhos. Uma graça! Sem dúvida nenhuma já está no meu top 5 de melhores curtas. ❤

trabalho-internoPs.: Assisti em 3D porque não tinha outra opção, mas se puder evitar vai economizar dinheiro, já que não tem nenhum efeito que justifique o 3D.

Combo: A Culpa É Das Estrelas – John Green

Não que eu não estivesse com curiosidade ou vontade de ler o livro quando foi lançado e virou essa febre, mas sabe quando você tem preguiça de algo que todos gostam, pq tem medo que seja algo super valorizado demais? Então, foi por isso que demorei tanto pra ler. E, honestamente, nem teria lido ainda se o filme não tivesse saído, pois só li pq comprei, meio por impulso, os ingressos pra assistir o filme na estréia. Fui comprar Malévola, não tinha horário bom, apareceu esse na tela, acabei comprando pro dia 05/06 mesmo, e como ler antes de ver o filme é sempre melhor, li em 2 dias.

Livro  (John Green)

a_culpa_e_das_estrelasSinopse: A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um grupo de apoio para crianças com câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.

Pitaco: Ler um livro em que a personagem principal tem câncer normalmente é pra baixo e maçante, mas não é o caso.  Hazel Grace é uma menina com câncer que não fica enrolando ou fazendo firulas para contar sobre como é ser uma paciente terminal. Logo de cara já gostei disso, pois não tenho paciência para quem se faz de vítima, nem em livros. Ela é honesta, e por mais que sofra com tudo que esteja passando, não fica usando isso como escudo para não fazer mais nada.
Então ela conhece Augustus, que consegue ser ainda mais pra cima do que ela, mais alegre, mais espirituoso e mais tranquilo. E, quando eles percebem a semelhança de suas vidas, a amizade começa, e vira de ponta cabeça por causa de um livro. Um livro chamado Uma Aflição Imperial, que vira um marco na história dos dois e o culpado por muitas coisas que seguem adiante.

Não é uma história sobre a doença em si, é sobre o amor, sobre a família, sobre a vida, sobre viver a vida, sobre a amizade, sobre livros, sobre sonhos e desejos. É sobre realizar alguns desejos e se frustrar com outros, é sobre aprender a amar e aprender a viver. Apesar de momentos muito tristes, tem momentos muito fofos e engraçados, e honestamente, tem horas que o câncer vira apenas um mero detalhe. 

Confesso que em alguns momentos a história faz chorar emociona, mas, pra minha surpresa, não foram nos momentos mais “pesados” e sim em momentos mais delicados, em uma fala, em um gesto, em um sorriso.

Achei a leitura deliciosa, de uma maneira que flui tranquilamente. John Green tem uma escrita muito gostosa, que quando você percebe já leu metade do livro e ainda tem vontade de ler a outra parte. O jeito honesto dos dois, sem rodeios e dramas excessivos, te faz querer ser amigo deles, e fazer parte da história.
Em alguns momentos achei algumas reações exageradas, como as questões não respondidas do livro Uma Aflição Imperial, e a paranoia que a Hazel tem em obter respostas, mas entendo o motivo dela as querer tanto. Só achei que em alguns momentos tomou muita importância.
Outro ponto que acredito que deva ser falado é que o livro é todo muito bem amarrado, redondinho, mas correu um pouco no final, que poderia, na minha opinião, ser um pouco mais explicado, mais longo. No início ele é super explicativo, mas parece que o autor começou a escrever loucamente o final e ficou um pouco confuso. Mas nada que tire o mérito de ninguém.

Eu li em epub, mas eu acho a capa uma graça.

De maneira geral, é um livro muito sensível e honesto, e eu realmente gostei e me encantei com a história, ok? Ok.

“- Você sabe que tentar me manter a distância não vai diminuir o que eu sinto por você. – ele disse.”

Skoob

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Filme

Sinopse

Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que também sofre com câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam os principais conflitos da adolescência e do primeiro amor, enquanto lutam para se manter otimistas e fortes um para o outro.

Trailer

Pitaco da Mô

Começo dizendo que quando eu comprei os ingressos a sala ainda estava bem vazia, então ver uma fila pra entrar e depois a sala completamente lotada me chocou um pouco, porque, como eu não participei dessa febre, não fazia ideia do quanto o filme estava sendo esperado. Fui muito legal ver isso de fora, porque nas últimas vezes eu participava das febres. hahahahaahhahahahaha
Outra coisa legal é que eu ainda estava com a história bem fresca na cabeça, então pude analisar melhor o filme.

Fiel. Essa é a palavra que grita na minha mente quando penso na versão cinematográfica. O filme está muito fiel ao livro. As falas, as cenas, os lugares, os personagens, tudo. Eu sabia quais eram as falas que viriam a seguir, e confesso que ri por antecedência quando alguma coisa engraçada estava por vir. Óbvio que existem algumas adaptações, alguns personagens foram deixados de lado, mas as partes que realmente importam estão lá, e parece tudo tão verdadeiro que eu me sentia assistindo uma cena da vida real, e não um filme, pois os atores se encaixaram magnificamente nos papéis principais, principalmente a Hazel, o Augustus e o Isaac, que poderia até ter aparecido um pouco mais no filme, eu acho. A química entre eles também é sensacional.

poster_a_culpa_e_das_estrelasClaro que sem ler o livro o filme já é bom, mas tem muitas coisinhas, pequenos detalhes, que aqueles que leram puderam perceber mais facilmente e compreender melhor, como o coração de Jesus e o balanço que some, por exemplo.
Eu fiquei com a sensação de que o filme foi feito pensado em todos os fãs do livro, de maneira que eles se sentissem realizados, sentissem que o filme foi pra eles. O que eu achei muito, muito, muito legal.

Saí do cinema com a sensação de ter visto algo muito bom, e, podem me odiar, mas fiquei apaixonada pelo filme, ainda mais do que pelo livro. Achei que tudo foi contado de maneira sutil, com a ajuda de uma trilha sonora muito boa,  interpretações ótimas (menos a do pai da Hazel, achei fraca), e sem apelar pro lado “adolescentes com câncer, temos que fazer a platéia chorar”. Ao contrário do que se pensa, é um filme pra cima, que fez a platéia rir em muitos momentos, mas também conseguiu fazer grande parte do público chorar. Eu tenho certeza que pelo menos 1/3 da sala do cinema estava chorando, e eu sei que minha mãe enxugou os olhos, apesar dela não confessar!! hahaaha Até a Shailene (atriz que faz a Hazel) chorou.
ATENÇÃO, KLEENEX, perdeu uma grande chance de fazer uma ação, distribuindo lencinhos de papel pra galera na saída do cinema. hahahhahaha

5estrelas

Intocáveis (The Intouchables)

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Sinopse

Philippe (François Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não tratá-lo como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabelece, com cada um conhecendo melhor o mundo do outro.

Trailer

Pitaco da Mô

intocaveis_filme O filme francês é inspirado em uma história real e eu achei lindo. Com muito humor e uma trilha sonora deliciosa, o filme me prendeu de uma maneira muito boa, pois não fiquei com dó de Philippe em momento nenhum, ele não se faz de vítima e Driss não trata ele como um coitado. Mesmo com histórias de vida tão diferentes, os dois acabam se conectando e aprendem muito um com o outro. Driss é uma verdadeira revolução na vida do milionário e em todos à sua volta, enquanto tem que cuidar da sua própria família e seus segredos.

É claro que o filme tem toda aquela lição de “viva a vida, ela é bela, independente de qualquer coisa”, o que foi até uma exigência do Philippe real (o cara que inspirou tudo) para contar sua história, ele queria algo bem pra cima, carismático, e ele teve sua ordem cumprida. E é lógico que quando se é rico como ele, fica ainda mais fácil ter uma vida feliz e digna, tem até uma passagem em que ele diz algo como “Tenho a sorte de ser um tetraplégico rico”, mas isso não deixa de nos incentivar a sonhar e também a buscar a famosa felicidade.

intocaveis_filme_2Eu me peguei rindo em quase todo o filme, mas também tem o toque de drama necessário. Fora que é visualmente muito bonito. Os atores estão muito bem em seus papéis e muito reais.

As cenas do pão, do telefone, do teatro, do bigode e das cartas são as minhas favoritas. 🙂 (praticamente o filme inteiro, eu sei! hahahahha)

A única coisa que eu achei que poderia ser diferente, é Philippe ter um pouco mais de convívio e diálogo com a filha, que quase nem apareceu, e surgiram brechas para que isso acontecesse, mas como rolam boatos de que o filme pode ter uma continuação (o que eu honestamente nem acho necessário), pode ser que trabalhem nisso.

Nota

5estrelas

Amor A Toda Prova


 

Sinopse

Cal (Steve Carell) acaba de receber a notícia de que sua esposa Emily (Julianne Moore) quer o divórcio. Ele, que fora casado por 25 anos, não sabe mais como conquistar as mulheres, porém conhece o mulherengo Jacob (Ryan Gosling) que promete ajudá-lo.
No meio disso tudo ainda tem seu filho que sofre com o primeiro amor, a babá apaixonada, uma professora louca, uma advogada recém formada e os sentimentos que ainda nutre por sua ex-esposa.

Trailer

Pitaco da Mô

Não estava esperando muita coisa desse filme, estava mais assistindo por causa do Ryan Gosling do que por qualquer outra coisa, mas eu realmente adorei.

Se você quer ver um filme engraçado (mas sem piadas constrangedoras), que também seja romântico (sem ser meloso) e que tenha uma pitada de drama, Amor A Toda Prova é a escolha certa, pois tudo isso está muito bem equilibrado.

Sem nenhuma cena apelativa, o filme mostra de maneira bastante real, como as diferentes gerações se sentem em relação ao amor; suas dúvidas, angústias, tristezas e alegrias. Seja na visão de uma “criança”, de uma adolescente, de um “jovem adulto” (quem joga The Sims reconhece o termo? hahahha) e de um adulto com seus mais de 40 anos.
Apesar de se encontrarem em diferentes estágios (amor correspondido, não correspondido, divórcio, pegação….), os personagens vão perceber que o principal é lutar por quem se ama, e nunca desistir.

Steve Carell mostra que também manda muito bem em papéis dramáticos (adoro ele em “Eu, meu irmão e a nossa namorada”), sem nunca perder o humor. Fora que combinou muito com a Julianne Moore.

Ryan Gosling mostrando seu lado mais engraçado nesse filme, o que me surpreendeu positivamente, já que no romance ele já manda bem faz tempo. ❤

Emma Stone linda e engraçada como sempre. Achei que os dois combinaram demais, tinha muita química entre eles.

Jonah Bobo (o filho) também está muito bem e super convincente. GENTE! ELE É O MENININHO DE ZATHURA, UMA AVENTURA ESPECIAL, AQUELA COISA FOFA QUE FALA “FOI MAL, FOI MAL, FOI MAL” PRO IRMÃO MAIS VELHO, QUE HOJE É O PEETA DE JOGOS VORAZES!!! COMO ELE CRESCEU!!! :O

Nota