Saiu o novo trailer de A Bela e a Fera

O mundo está ansioso para conferir o resultado do live action da famosa animação A Bela e a Fera, da Disney, que conta com artistas de peso interpretando os clássicos personagens.
Alguns dos nomes são: Emma Watson como Bela, Dan Stevens como a Fera, Luke Evans como Gaston, Ian McKellen como Horlóge, Emma Thompson como Madame Samovar (Mrs. Potts) e Ewan McGregor como Lumiére.

Inspirado no conto de Jeanne-Marie Leprince de Beaumon, onde um príncipe é transformado em uma fera por uma feiticeira e precisa fazer com que alguém o ame para que o encanto seja perdido e ele volte a ser humano.

Depois de divulgar algumas imagens e criar cartazes com movimento das personagens, hoje a Disney aqueceu nossos corações sedentos por prévias do filme com um novo trailer incrível. Também é possível escutar a canção tema, interpretada por Ariana Grande e John Legend.

Após assistir, me deu vontade de correr pro cinema nesse segundo, pegar um balde de pipoca e ficar sentadinha na poltrona até a data de lançamento, para já reservar meu lugar para ver essa maravilha. Com certeza é um dos filmes mais aguardados de 2017.

O filme tem direção de Bill Condon e estréia por aqui dia 16 de março.

Cartazes individuais com movimento:

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Casa Comigo?

(Especial para o ano bissexto, pois esse filme acontece por conta de um 29 de Fevereiro!)

Sinopse

Anna (Amy Adams) viaja para Dublin para pedir o namorado em casamento, no dia 29 de fevereiro de um ano bissexto, como manda a tradição irlandesa. Nesta data, segundo o costume local, o homem é obrigado a aceitar o pedido de casamento. Mas, quando o tempo mau arruína sua viagem, ela precisa da ajuda de um grosseiro dono de hospedaria para iniciar uma inesperada travessia no país e fazer o pedido perfeito.

Trailer

Pitaco da Mô

Eu adoro esse filme!!! Quando eu comecei a assistir achei que não ia gostar pq parecia um desses filminhos fraquinhos em que a mulher está pra ficar noiva e fica só nisso esperando o noivo se decidir e no final ela conhece outro cara e ainda descobre que o ex tava traindo ela (relaxa, isso não foi um spoiler). Mas esse não é o caso, pois essa personagem resolve tomar a iniciativa e pedir ela mesma o namorado em casamento, aproveitando a rara data 29 de Fevereiro.

O que era para ser bem chatinho, fica interessante quando Declan (Matthew Goode <3) entra na história, porque o personagem dele é engraçado e sarcástico e não tem dó de falar o que pensa e rir da cara dela.

Ele é aquele típico sujeito que não planeja nada e vai vivendo a vida, tentando pagar o aluguel da sua pousada. Anna é totalmente metódica e cheia de planos. Já dá pra imaginar? Os dois passam por situações românticas, constrangedoras (para eles, mas não para quem vê) e engraçadíssimas, algumas exageradas, mas que não tiram a graça do filme.

Aos poucos você vai descobrindo quem o Declan realmente é, e vai gostando cada vez mais dele.

Não tenho uma cena preferida, porque adoro várias, mas a da “pousada” em que eles ficam é super divertida. E também o final, onde ocorre um xingamento (mais que isso é spoiler hahahha).

A química dos dois atores é muito boa.

Um filme super divertido, com uma deliciosa pitada de romance. E, pasmem, sem apelações para qualquer coisa, seja sexo, drogas ou violência!! Um filme bom porque é realmente bom, e não porque precisa colocar elementos que trazem vergonha alheia para quem está assistindo.

Recomendadíssimo, especialmente no dia de hoje!

Corre, mulherada! É hoje o dia! hahahha

Nota

Uma Noite Fora de Série


Sinopse

Phil (Steve Carell) e Claire Foster (Tina Fey) são casados, têm filhos, mas o relacionamento caiu na rotina. Decidido a mudar o cenário, ele a convida para ir num restaurante super badalado e, sem mesa reservada, assume o lugar de outro casal que parecia ter faltado ao compromisso. Só não contavam com o fato de que os donos da tal mesa eram procurados por um mafioso e assim, a noite que era para ser divertida virou um salve-se quem puder pelas ruas de Nova York.

Trailer

Pitaco da Mô

Eu até gostei do filme, mas ele não é tudo isso. Com Steve Carell e Tina Fey no elenco, eu esperava um pouco mais, não só nas cenas de comédia, mas também na química dos atores, que pra mim, não combinaram de maneira nenhuma.

O outro casal, formado por Mila Kunis e James Franco ficou muito bom, porém. Adorei.

Algumas tiradinhas são ótimas e realmente engraçadas, mas não espere nada extremamente bem bolado, porque se frustará. A cena do táxi e da volta ao restaurante, no entanto, são realmente engraçadas.

O filme se passa praticamente em um dia só, o que dá um pouco de fôlego para a história, mas algumas cenas, como a do aparelho, são desnecessárias. Mas no geral é um filme legal, o final principalmente. Mostra o crescimento dos personagens, e até o amadurecimento deles em apenas um dia, devido aos acontecimentos.

Foi legal ver a Blair Leighton Meester em um papel em que ela não é a patroa, mesmo que tenha sido apenas uma pontinha.

É aquele filme que você assiste uma vez e sabe-se lá quando de novo.

Nota

Casamento Em Dose Dupla


Sinopse

Ao ser demitido Noah Cooper (Dax Shepard) acreditava que sua vida não poderia piorar mais. Mas, ao chegar em casa, descobre que sua mãe superprotetora, Marilyn (Diane Keaton), e seus cinco cachorros estão na cidade, precisando de um lugar para ficar. Marilyn fica na casa do filho, atrapalhando sua vida com a esposa Clare (Liv Tyler) ao mesmo tempo em que Noah precisa encontrar um novo emprego.

Trailer

Pitaco da Mô

Tô começando a achar que o único filme bom que o Dax fez foi “Zathura, Um Aventura Espacial”, que é uma gracinha, porque ele também fez o esquisito Gale de “Quando em Roma”.

Mais um filme estranho em que na hora de construir uma família, o cara se desespera e toma medidas drásticas para que isso não aconteça ou então para fugir das responsabilidades. (Assim como o filme “Um Beijo A Mais”, interpretado pelo clone de Dax, Zach Braff)

Vou dizer logo de cara que não gostei do filme. Achei a história ruim, o roteiro péssimo e as situações ridículas. Gosto muito dos atores, principalmente do Dax, mas esse filme definitivamente não deveria ser colocado do currículo de nenhum deles.

Situações improváveis, personagens totalmente sem noção do ridículo e cenas que ultrapassam a seriedade. A realidade fica por conta do papel de Liv Tyler, mas só ela não é suficiente para crer que essa é uma história que poderia acontecer (claro que com algumas modificações e menos exageros).

Acho que se vai avacalhar, faz isso direito, como em “Se Beber Não Case”, ficar no meio termo só deixa as coisas mornas e sem graça, afinal, ninguém gosta de quem fica em cima do muro.

Achei a mãe pra lá de Bagdá e totalmente fora da realidade, mesmo se tratando de um filme. Ela não parece uma mãe, e sim uma adolescente pentelha que não sabe se portar e nem respeitar os outros.

O filho que não sabe bem o que quer  e não sabe impor limites para a mãe folgada também me deixou impaciente.

Assim fica difícil tentar gostar do filme! 😦

Com certeza tem muita coisa errada aí. Não recomendo.

Nota

Dreamgirls


Sinopse

Detroit, década de 60. Curtis Taylor Jr. (Jamie Foxx) é um vendedor de carros, que sonha em deixar seu nome marcado no mundo da música. Ele deseja abrir sua própria gravadora, mas ainda não tem o formato e o produto certo para vender ao público. Curtis encontra o que procura ao conhecer o grupo The Dreamettes, formado pelas cantoras Deena Jones (Beyoncé Knowles), Lorrell Robinson (Anika Noni Rose) e Effie White (Jennifer Hudson). Elas se apresentam em um show de talentos local, usando perucas baratas e vestidos feitos em casa. Suas vidas mudam quando Curtis, já seu agente, consegue que elas façam o backup do show de James “Thunder” Early (Eddie Murphy), o pioneiro de um novo som em Detroit. Posteriormente o grupo alça vôo solo, mudando de nome para The Dreams. Porém Curtis sabe que para alcançar o sucesso o grupo precisará apostar na beleza provocante e tímida de Deena, mesmo que tenha que deixar de lado a voz potente de Effie.

Trailer

Pitaco da Mô

Dirigido por Bill Condon, não esperaria nada menos do que eu vi em Dreamgirls. Boas atuações, figurino e cenário impecáveis, uma história interessante, músicas bonitas e o “tcham” que poucos diretores conseguem dar para filmes que retratem shows/apresentações. Fazer o show é fácil, torná-lo interessante é a parte difícil, mas não para Bill, que já tem experiência, já que também dirigiu Chicago, apesar de que Dreamgirls é melhor do que Chicago.

As músicas tem toda uma coreografia e cenário que fica impossível não gostar, apesar que eu me peguei impaciente em algumas cenas por conta de tanta cantoria, algumas desnecessárias, que realmente parecem falsas demais, afinal, por mais que seja um musical, quem que está conversando e de repente começa a cantar TODA HORA?? (Não vale citar a Madonna em Evita! hhahahaha)

Alguns trechos da história foram apressados e ficaram meio estranhos, mas nada que atrapalhe o entendimento do filme.

Uma coisa que eu também reparei é que apesar de todos os acontecimentos, não é um filme emocionante de fazer chorar ou pelo menos ficar tocado pela situação da personagem. Momentaneamente fiquei decepcionada e na cena seguinte já tinha esquecido o que tinha acontecido de ruim.

Agora, o que é essa voz da Jennifer Hudson? Que coisa mais linda! É na hora que ela abre aquele bocão que você percebe o real talento dela, mandou bem como atriz e realmente mereceu o Oscar e o Globo de Ouro, porém não de coadjuvante, pois ela é uma das atrizes principais do filme, mas enfim.

Eddie Murphy me surpreendeu, pois não gosto dele e muito menos das comédias pastelões que ele faz, mas realmente gostei dele com esse personagem mais dramático e musical. Fica a dica aí para futuros filmes, Eddie!

Jamie Foxx como ator está excelente, entretanto, não curti nenhuma das vezes que ele cantou. Não achei que a voz combinou, não achei que a música combinou com ele.

Já a Beyoncé estava até que bem no filme, e como cantora, me desculpem time pró-B, ela até tava legal, mas realmente concordo com o que o personagem do Jamie diz para ela, que sua voz é sem profundidade e não diz nada. (Nunca achei a Beyoncé uma diva, mas ultimamente tenho andado um pouco irritada com as músicas dela e a voz dela me dá nos nervos, apesar de gostar da pessoa Beyoncé)
E é ainda mais ridícula a voz dela depois que ouvimos a Jennifer soltar toda aquela potência. Fatos são fatos.

Preste atenção em Steppin’ To The Bad Side, que tem um ritmo muito bom!! E é claro, One Night Only, com a Jeniffer.

Se você curtir musicais, recomendo. Se não, só recomendo se gostar de música soul, R&B e etc.

Nota