Ed Sheeran no Brasil!

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Ed Sheeran em São Paulo em 2015 (Foto:Manuela Scarpa)

Ed Sheeran não para de ser notícia.
Após um período sabático, o cantor volta aos holofotes e solta uma avalanche de novidades para os fãs. Eu contei no último post sobre os novos singles, Castle On The Hill e Shape Of You, bem como seu próximo álbum chamado ÷, e ontem veio mais uma bomba.

Em sua página do Facebook, Ed compartilhou mais algumas datas da sua nova turnê, a Divide Tour e O BRASIL ESTÁ INCLUSO! *pulinhos de alegria*

Por aqui serão 4 shows realizados em maio, nas seguintes cidades: Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

As vendas ocorrerão pelo site da Livepass em datas diferentes e clientes Ourocard poderão comprar em pré-venda. 10% de todos os ingressos também poderão ser comprados com 50% de desconto com o cartão do BB. OBRIGADA SENHOR BANCO DO BRASIL, NUNCA TE AMEI COMO AGORA.

Preparem o bolso, como todo show internacional, lá vem facada no coração. Isso sem contar a taxa de “inconveniência”.

Vamos às informações:

Curitiba
Data: 23/05/2017 (terça-feira)
Local: Pedreira Paulo Leminski
Pré-venda Ourocard: de 07/03/2017 (terça-feira, às 10h) até 10/03/2017 (sexta-feira, às 9h), no site da LivePass.
Vendas: 10/03/2017 (sexta-feira, às 10h), no site da LivePass.
Horário do Show: 21h | Abertura portões: 17h
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Rio de Janeiro
Data: 25/05/2017 (quinta-feira)
Local: Rio Arena
Pré-venda Ourocard: de 14/02/2017 (terça-feira, às 10h) até 17/02/2017 (sexta-feira, às 9h), no site da LivePass.
Vendas: 17/02/2017 (sexta-feira, às 10h), no site da LivePass.
Horário do Show: 21:30 | Abertura portões: 18:30
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São Paulo
Data: 28/05/2017 (domingo)
Local: Allianz Parque
Pré-venda Ourocard: de 10/02/2017 (sexta-feira, às 00:01) até 12/02/2017 (domingo, às 23h), no site da LivePass.
Vendas: 13/02/2017 (segunda, às 00:01), no site da LivePass.
Horário do Show: 20h | Abertura portões: 17h
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Gostaria de entender o motivo de São Paulo ser sempre venda meia noite em dia de semana. Todas as outras cidades são horários decentes e nós temos que ficar plantados na frente do computador esperando antes de dormir. Livepass, me explica este preconceito?
(Durante as vendas do show de 2015 a Livepass liberou 5 minutos antes, lembro de ter entrado, comprado e ficado feliz da vida. FAVOR REPETIR ISSO.)

Belo Horizonte
Data: 30/05/2017 (terça-feira)
Local: Esplanada do Mineirão
Pré-venda Ourocard: de 07/03/2017 (terça-feira, às 10h) até 10/03/2017 (sexta-feira, às 9h), no site da LivePass.
Vendas: 10/03/2017, às 10h da manhã, no site da LivePass.
Horário do Show: 21h | Abertura portões: 17h
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Lembrando que existe a cota de 40% dividida entre estudantes, idosos e professores da rede pública que pagam meia entrada.

Para mais informações basta acessar o site da Livepass.

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Road Session nº 11 – Brasil e Chief`s Choice nº1

Sempre rola as Road Sessions do John Mayer durante a turnê a cada novo local em que ele toca, que conta com cenas dos shows e das cidades em que aconteceram as apresentações, e saiu a do Brasil. Dá pra ver as bexigas verdes e amarelas da ação que rolou, o recadinho do John durante o show de SP e um pouquinho mais.

E a música escolhida é apenas Dear Marie. ❤

Achei esse comentário muito bom:

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(Para essa Road Session em particular, tinha que ser Dear Marie. Nós arrasamos. Dear Marie agora pertence tanto à nós (brasileiros) quanto ao John. Dear Marie é a nossa música agora.
Obrigada por duas noites inacreditáveis, John. A espera valeu a pena E vai valer esperar pela sua volta. Nós te amamos. Nós estamos com você. Conte conosco sempre! E obrigada por sua música e talento.)

Porque é verdade, Dear Marie agora é nossa. Foi surreal quando ele começou a tocar e o Anhembi inteiro cantou junto, pois não é um single, e vale lembrar que o disco Paradise Valley foi lançado dia 20 de agosto desse ano (o álbum não tinha nem um mês quando aconteceu o show), logo, não é hit. Ele não esperava, não acreditou e a gente realmente arrasou. 😉

Chief`s Choice

john_chiefs_choice_brasil_dear_marie(De tempos em tempos ocorrem performances tão boas, que nós sentimos necessidade de compartilhá-las com mais pessoas do que as que estavam presentes naquela noite. No espírito de que “mais música é melhor”, nós vamos postar periodicamente gravações para você aproveitar e compartilhar. Nós estamos chamando-as de Chief`s Choice (escolha do chefe). Elas virão aleatoriamente e sem aviso. Você poderá ouvir primeiro aqui no aplicativo Mayer Tour App. Então, confira sempre. E aproveite.)

E COMO NÃO PODERIA DEIXAR DE SER, DEAR MARIE, EM SP. Com direito à “owwn” do John no começo e tudo.

Eu tenho a impressão de que eles criaram essa tag só pra compartilhar essa específica música, gravada aqui no Brasil, com o mundo, pq foi um momento muito insano pra quem tava presente, imagino pro John… Ouçam e tirem suas próprias conclusões.

Eu fui: John Mayer em São Paulo

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Post de nº 100! ebaaa

(Só um pequeno adendo: 2013 tem sido um ano muito pesado pra mim, só da minha família foram 3 mortes, mais 1 professor muito querido, mais o Chorão e o Champignon, que foram parte da trilha sonora da minha adolescência. Então eu me agarrei muito aos outros eventos bons que eu fui, portanto, eu estava esperando MUITO ANSIOSAMENTE pelo show do John, até pra poder distrair a minha cabeça do falecimento do meu “avô”, que foi no começo de setembro.)

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Finalmente chegou o dia mais esperado do ano: 19 de setembro de 2013! Dia em que John Mayer tocou pela primeira vez no país, mais especificamente em São Paulo, na Arena Anhembi, com abertura do Phillip Phillips, que foi o ganhador da 11ª edição do American Idol.

Como o Lele não quis ir cedo e eu tinha combinado de ir com ele, não pude ficar na grade. Não insisti pq já tinha feito ele comprar a premium (tinha que ver a beleza desse homem maravilhoso de perto, né?), mas me arrependi depois. E como ele é enrolado, pegamos um puta trânsito pra chegar lá. Estacionamos por R$25 por volta das 19h, debaixo de uma fina chuvinha (daquelas que não precisam de guarda-chuva se for por pouco tempo), que entre suas idas e vindas, parou na última música do Phillips e nem uma única gota caiu durante o show do John, contrariando previsões. (Ctz que São Pedro ficou com medo das ameaças que eu fiz por Twitter hahahahah)

A bateria da minha câmera pifou e eu não me animei pra comprar outra pq eu sabia que muita gente ia tirar fotos na minha frente. Mas também me arrependi pq o menino na minha frente tava com uma câmera igualzinha e tava tirando umas fotos excelentes. :/
Mas agora já foi, teve que ser com celular mesmo…

Na hora que chegamos não havia fila pra nada. E eu achei tudo bem organizado, só a tia que ficava cuidando do carimbo de “proibido vender bebidas alcoólicas pra menores de 18 anos” que estava um pouco mamada e enchendo o saco, mas fora isso, não tenho nem o que falar.

Eu descobri alguns dias antes que estavam esgotados os ingressos pros dois setores (pista normal e premium), então, na porta estavam muitas pessoas super arrumadas, maioria meninas, querendo comprar os concorridos ingressos, tanto de cambistas, como de qualquer um que quisesse vender. Dúvida que me persegue: Pq as pessoas vão tão arrumadas pra shows? Salto, Maquiagem forte, roupa mais arrumada… Why? Se ainda fosse um encontro com o John, beleza, mas não. hahahahahah

Esperamos um pouco, e começou o show de Phillip Phillips, vamos lá.

Phillip Phillips

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phillips_monica_nadalO moço bonito de olhos claros entrou pontualmente às 20:45 e conseguiu animar muito a platéia ansiosa por John Mayer, apesar de quase ninguém saber cantar todas as suas músicas. Fez um show que agitou todos e esbanjou simpatia, mexendo com a galera e confidenciando que no dia seguinte seria seu aniversário. Não preciso dizer que a platéia gritava, aplaudia e se mexia bastante, deixando o cantor encantado por SP, certo?

Ele cantou as músicas de seu cd de estréia, e óbvio, que Home foi a mais cantada e a que fechou a noite. Gone, Gone, Gone, Get Up Get Down, Hold On e Man On The Moon também fizeram parte do setlist.

A voz do cara é sensacional e a banda toca muito. Gostei muito do show.

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John Mayer (méier)

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Achando que, assim como  nos outros shows, ele começaria com Queen Of Califronia, já tive minha surpresa logo de cara quando, 22:05h, Os Meninos do Morumbi entraram e logo em seguida o John Lindo entrou também e já emendou No Such Thing, como a primeira de muitas boas surpresas da noite.

Ele continuou com a maravilhosa Wildfire, que apesar de ser do cd novo, foi cantada aos berros por quem estava presente. Dava pra ver como o John estava feliz de ver todo mundo cantando. Em seguida emendou Queen Of California, para continuar com a minha adorada Half Of My Heart.

Ele ficou impressionado com o público que cantava todas as canções em alto e bom som e a todo momento dizia que sentia muito por ter demorado pra vir ao Brasil, que era inacreditável como o público conhecia as músicas, fazia barulho e cantava alto. Era John Mayer entendendo porque somos tão queridos pelos artistas que visitam o Brasil.

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A próxima música foi Paper Doll (é pra Taylor Swift mesmo?) e depois foi a vez da queridíssima I Don´t Trust My Self (With Loving You), que foi cantada MUITO alto pela platéia. Após, ele fez o cover de Going Down The Road Feelin` Bad e seguiu com a perfeita Slow Dancing In A Burning Room, que pra mim, sempre é um ponto alto nos shows.

As interações com o público ocorriam quando John dizia que amava todos ali, agradecia (em português mesmo) e contava a história de suas guitarras, ou de como é importante pra ele saber que suas músicas significam algo pras pessoas, que ainda são amadas e escutadas (nessa hora foi engraçado que ele pediu desculpa pra quem não falava inglês e disse “help a friend”). E ainda disse que queria voltar ao Brasil pelo resto da vida dele uma vez por ano. A galera pirou pouco nessa hora…hahahhaahah agora aguenta, John!

O hit Your Body Is A Wonderland, nem preciso explicar, foi um dos mais cantados. E Daughters, que ele incluiu recentemente nos shows, foi praticamente berrada. Lindo momento.

Ele seguiu com Free Fallin, que também foi muito³ cantada e eu quase nem acreditei quando ele começou a linda Stop This Train, que não estava tocando durante a turnê. Eu tinha quase certeza que ele não ia tocar essa. Thank you, John! ❤

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Waiting On The World To Change foi a próxima e então ele disse que ia tocar uma música do cd novo e, que quem soubesse era pra cantar com ele, a música era apenas a super hiper mega linda Dear Marie. Apenas. Que foi cantada por todos em alto e bom som, claro! E quando o John viu que todo mundo estava cantando, soltou um “owwn” e depois falou que era “unbeliavable” que a platéia soubesse as músicas e gritasse tanto. Vale lembrar que o álbum Paradise Valley tinha um mês e Dear Marie nunca foi single, portanto, realmente impressiona.
John também comentou que essa noite iria ficar pra sempre na memória dele (e na nossa), porque foi muito especial. Foi lindo.

Something Like Olivia (foi antes dessa que ele falou que ele comprou a guitarra com 19 anos e tal) e Wheel deram continuidade ao show, que foram seguidas por Who Says (preciso dizer que o Anhembi inteiro cantou alto?), e a parte fofa ficou por conta do trecho em que ele substituiu uma das cidades por São Paulo. ❤ “It´s been a long night in New Yoirk City. It´s been a long night in São Paulo too”.

Ele continuou com If I Ever Get Around To Living, que pra ser bem sincera, nem é uma das minhas favoritas, mas foi bem legal. E em seguida foram as minhas adoradas Vultures e Age Of Worry.

Durante o show inteiro a platéia clamou por Why Georgia e o John atendeu. Eles saíram do palco, mas voltaram pra tocar Neon e encerrar com Gravity (logo depois do solo incrível no chão).

É claro que em nenhum momento os seus solos de guitarra foram deixados de lado e ficou ainda mais claro porque ele é eleito um dos melhores guitarristas da atualidade. O solo final dele no chão foi uma coisa de louco, pra dizer o mínimo.

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Eu imaginei que o show fosse ter duração de 1:30h ou no máximo 1:50h, que é o tempo que tem durado os show da turnê Born And Raised. Mas daí o homem chega aqui em SP e toca por 2:30h, quase 2:40, faz o maior show da turnê e sai meio que arrastado do palco, porque claramente ele não queria ir embora? É pra matar qualquer fã e fazer valer cada centavo, né? John, estamos mesmo esperando você cumprir sua palavra e voltar todo ano pro resto da sua vida!! 😀

E eita homem que gosta de fazer careta enquanto toca! hahahahha #lindodomesmojeito

Da próxima vez você toca Assassin, Heartbreak Warfare e You´re No One `Till Someone Lets You Down, né??? hahahhahaha

Achei tudo muito organizado, os shows começaram no horário, sem problema nenhum, ninguém se apertou, não tinham filas em lugar nenhum. Parabéns XYZ Live!

Só a mulher que não queria me deixar entrar com álcool gel e eu perguntei se era pq eles estavam com medo de eu colocar fogo no John Mayer e ela acabou liberando. AINDA BEM, NÉ, pq nos banheiros não tinha nada pra lavar a mão e eu usei ele. Ah é, e ela jogou minha caneta bic cristal novinha no lixo. PORRA, É UMA CANETA, NÃO JOGA FORA, GUARDA PRA VC SE EU NÃO POSSO ENTRAR COM ISSO. Caneta e álcool gel não podem, mas maconha pode. BELEZA, XYZ LIVE. BELEZINHA.

Agora é um mês falando sobre isso e enchendo a paciência de todo mundo… hahahahahahah #fazpartegalera #mildesculpas #achoqueaÉrikajánãoaguentamais #nemaminhamãe

Honestamente, eu sabia que eu ia gostar do show, mas não tinha plena consciência que ele ia fazer esse show especial e que eu ia simplesmente A-M-A-R-! Foi com certeza um dos melhores shows que eu já fui na minha vida.
O John tava alegre, simpático, falante e plenamente feliz naquele momento e não queria mesmo sair do palco, dava pra ver. 😉 Já tô com saudades!

Aqui tem o post no blog do JM feito pelo Patrick sobre o show em SP.

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Eu fui: Shrek – O Musical

SHREK-destaque

Minha mãe ganhou ingressos para a pré-estréia do musical que acabou de chegar em São Paulo, do Ogro mais amado do mundo.
Pra ser bem honesta eu não estava muito animada para assistir e não esperava nadinha.

Domingo passado estávamos nós na platéia da frente, lá pela fileira J. Para quem já teve a oportunidade de entrar dentro do lindo Teatro Bradesco, é onde começa a segunda parte da platéia (o que foi bem legal porque os atores passam ali em determinada parte do show).

A história contada é a do primeiro filme, onde Shrek quer se livrar das criaturas de histórias infantis que foram colocadas dentro do seu pântano, e para isso terá que salvar a Princesa Fiona e levá-la ao Lorde Farquaad, tudo isso com a ajuda do seu amigo Burro.

Eles adaptaram algumas coisas, como por exemplo o começo, as piadas do Burro, e a parte das músicas. Além disso, as personagens dos contos infantis ganharam mais destaque.
Os atores estão bem entrosados, a princesa Fiona canta muito, o boneco da dragona está i-n-c-r-í-v-e-l e o Burro rouba a atenção porque ele é extremamente engraçado, com sacadas atuais sobre Facebook e Twitter, com o seu jeito característico de falar rápido e suas caretas, e é claro que algumas piadas as crianças não vão entender. Pra mim, foi o Burro que salvou a apresentação.
O Lorde Farquaad estava bem divertido também e o padre, no final, eu tava quase chorando de rir com ele.
Apenas achei que em vários momentos o Shrek perde o foco e parece personagem secundário. Ele não é o principal?

dragona

O musical não é ruim, mas está longe de ser algo maravilhoso e que possa valer os R$180 de uma entrada inteira, e explico: faltou foco. Não por parte dos atores, nem por parte da produção, que está impecável, mas sim na adaptação, pois eles não fizeram um espetáculo nem pra crianças e nem pra adultos.
Daí você me diz que isso é bom pois agrada aos dois, certo? Errado.
Pra criança aguentar todas as cantorias ela tem que ter muita paciência, mas muita mesmo. Eu não sei vocês, hoje eu adoro musical, mas eu detestava quando era pequena… Achava chato e sempre pulava essas partes nos meus VHS.
Então faz sentido que o musical seja pros adultos, certo? Mais ou menos. Eu tava bem entediada em algumas partes e simplesmente não acabava a música. Não é só porque é um musical que só pode ter música, né? Poderia ter pelo menos umas 3 músicas a menos que não faria diferença nenhuma, afinal, o show dura 2:30h quase.

Acredito que se eles tivessem escolhido focar ou nas crianças ou nos adultos, teria sido mais divertido, pois definitivamente não conseguiram agradar aos dois.

Também notei que a banda estava com o som muito alto e algumas horas não entendia o que era cantado por conta do baixo volume. Outros momentos não entendia o que era cantado porque não entendia mesmo o que era falado.
Como se já não bastasse as partes cantadas pelas personagens principais, as personagens dos contos infantis também cantam. E eu achei a parte deles bem chatinha, só o lobo que é legal.

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Outra coisa que eu achei estranho é que eu pensei que eles fossem adaptar as músicas que nós já conhecemos como sendo da trilha sonora do filme, mas eu só reconheci a última, que é “I´m a Believer” e uma outra. (Alguém pode confirmar se isso confere ou se eu que to falando besteira?)

E eu descobri depois que o diretor é o Diego Ramiro, que fazia o Caju da TV Cruj, e que eu assistia todo dia.

Enfim, como eu já disse, não é ruim e não vou dizer que não tem lá sua graça e que eu não adorei o Burro, porque estaria mentindo. Vale a pena se você for com a cabeça aberta e sem gigantes expectativas que o nome Shrek já lembra.

3estrelas

SHREK – O MUSICAL

Teatro Bradesco – Bourbon Shopping São Paulo
R. Turiassu, 2100 – 3° piso – Perdizes
Tel.: (11) 4003-1212
Estreia em 13 de setembro
Duração: 2 horas, com intervalo de 15 minutos
Classificação etária: Livre

CURTA TEMPORADA
Vendas:
Ingresso Rápido: www.ingressorapido.com.br
Call Center: 4003-1212 
Preços a partir de R$45,00 (meia)

Pontos de Venda:

Bilheteria do Teatro Bradesco
Horário de atendimento: de Domingo a Quinta das 12h às 20h, Sexta e Sábado das 12h às 22h
Formas de Pagamento: Amex, Aura, Diners, Dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.
Descontos: Cliente Bradesco tem 25% de desconto na compra de até 4 ingressos, além de um guichê exclusivo na bilheteria do teatro. Desconto válido apenas para pagamentos com os cartões Bradesco.
Usuário dos cartões Zaffari Card e Bourbon Card, possui 25% de desconto na compra de até 2 ingressos por titular do cartão na bilheteria do teatro.
* Descontos não cumulativos com meia entrada e outras promoções, limitado até 200 ingressos de cada sessão/espetáculo.

Guerra de tinta

Desejo do dia

Fazer uma guerra de tinta exatamente assim:

Atualização:

Eu sei que vai rolar em setembro o Festival Holi Colors aqui em SP.

Pra quem não sabe é uma celebração típica da Índia, que brinda a paz e a união entre diferentes culturas com diversas atrações musicais e artísticas. O colorido festival de Holi tem uma origem antiga e celebra o triunfo do ‘bem’ sobre ‘mal’. Neste dia, as pessoas se abraçam e desejam uns aos outros um “Holi feliz”. Holi é a comemoração do fim da escuridão do inverno e que representa a felicidade com o surgimento do primeiro broto da flor de primavera. O festival original tem vários dias, que começa desde o recolhimento de lenha para a fogueira de Holika até o dia de adoração à Kaamadeva.

Eu sei que aqui vai ser um festival com shows (eu tinha visto que eram 3), yoga e muito mais. Eles pedem para as pessoas irem de óculos de sol e passarem creme hidratante no corpo um pouco antes para que o pigmento não fique na pele, mas eu acho que todo mundo vai ficar um pouco colorido por uns dias… hahahahhah (Oremos para que eles não joguem água depois, como os indianos fazem!)
O pó é farinha normal com pigmentos naturais, para não causar alergia em ninguém.

Os ingressos custam R$70, e vai ser dia 17 de agosto no Memorial da América Latina e nem line-up a bagaça tem, e já achei o preço absurdo pra ir num parque jogar pó colorido na cara do Peste…

Mais informações aqui.

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